Experiência de uso CoronaVac (Relato de caso)

Experiência de uso CoronaVac (Relato de caso)HC lidera estudo inédito de resposta à vacina em pacientes imunossuprimidos. 

Experiência de uso CoronaVac (Relato de caso)

Experiência de uso CoronaVac (Relato de caso): O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) está liderando o primeiro estudo que tem como objetivo avaliar a resposta à vacina contra a Covid-19 em pacientes imunossuprimidos (doenças reumáticas e pessoas que vivem com HIV/AIDS) para determinar a resposta imune.

Eficiência da CoronaVac 

A taxa global de eficácia da CoronaVac  é de 50,38%, informou o Instituto Butantan em entrevista coletiva. O valor está levemente acima dos 50%, valor mínimo exigido pela  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aprovar o imunizante, e também atende ao critério solicitado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Ou seja, essa é a taxa de eficácia da vacina para proteger a população brasileira da doença em casos leves, moderados ou graves, afirma o Butantan.

O Instituto Butantan anunciou que a Coronavac havia demonstrado 78% de eficácia contra casos moderados de Covid-19, e 100% contra casos graves. O Instituto divulgou que a eficácia geral da vacina, considerando também os casos leves e muito leves, foi de 50,3%. Essa sequência de informações e números diferentes gerou confusão e está alimentando polêmicas. Mas, na prática, a coisa é muito mais simples do que parece: o único número que realmente importa, para você, é o de 78%.

Relatos de casos 

Samuel Oliveira, paciente com Espondilite Anquilosante diagnosticado há 14 anos, em uso de adalimumabe fez parte desse estudo, professor de educação física fez exame pré vacina e tomou a primeira dose no dia 9 de fevereiro resultado do exame IGG para SARS-Cov2 com resultado 3,8 valor de referência 12.

Experiência de uso CoronaVac (Relato de caso)
Experiência de uso CoronaVac (Relato de caso)

No dia 9 de março, segunda dose da vacina CoronaVac o resultado do segundo exame alterou para 4,3 valor de referência 12.

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E por último um mês após última dose foi feita a última análise de anticorpos para covid-19, o resultado houve alteração para 7,3, mas aparentemente não suficiente para prevenir contra a doença, como sabemos a taxa de eficácia é de aproximadamente 50% para desenvolver a doença. Em ambas doses não teve nenhuma reação adversa.

O Instituto Butantan anunciou que a Coronavac havia demonstrado 78% de eficácia contra casos moderados de Covid-19, e 100% contra casos graves. Divulgou que a eficácia geral da vacina, considerando também os casos leves e muito leves, foi de 50,3%.

Relato de segundo caso 

Ágata Morena também educadora física, diagnosticada com Espondilite Anquilosante e em uso de tratamento imunossupressor, fez parte desse estudo mas, ao contrário de Samuel já na primeira dose seus anticorpos estavam em 20,5 já suficientes para proteção contra covid-19.

E na segunda dose da CoronaVac, o exame feito 30 dias após a vacina mostra um salto nos anticorpos para 214, segundo Ágata na primeira dose teve dor de cabeça por dois dias sem necessidade de analgésico, na segunda dose um pouco de tontura e pequena alergia na pele abdominal sem necessidade de tratamento.

Vendo esses resultados percebemos que nessa amostra de apenas dois pacientes a eficácia parece ter sido de 50%, aguardamos a análise global dos resultados desse estudo a ser publicado em breve pelo Hospital das Clínicas de São Paulo.

Fontes: Portal do Governo de São Paulo, GZH e Superinteressante

 

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