Laboratório da Fiocruz vai nacionalizar produção de remédios biológicos

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O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, destascou que doenças crônicas como o câncer, e a artrite reumatoide (espondilite anquilosante) requerem medicamentos biológicos em seus tratamentos e que a importação eleva os custos para o SUS. “Eles são de um valor que seria impossível fornecer para a população se não tivermos a incorporação à tecnologia nacional e capacidade de produzir e desenvolver no país”, disse Gadelha.

Para o presidente da instituição, o centro preenche lacunas fundamentais para a chegada de produtos essenciais à população.

O novo espaço, que terá a maior planta de protótipos para produtos biofármacos da América Latina, recebeu investimento de R$ 478 milhões. Os protótipos são importantes para verificar se as vacinas desenvolvidas mantêm sua eficácia quando são produzidas em escala industrial.

No complexo tecnológico serão produzidos reativos para testes de zika, chikungunya, dengue e outras doenças. Inicialmente, deve ser fabricada também a Alfaepoetina, usada no tratamento da anemia em pessoas com insuficiência renal, soropositivos que se tratam com AZT e pacientes oncológicos em quimioterapia.

Por meio das parcerias de desenvolvimento produtivo, o centro deve fabricar Filgrastima, usada para tratar efeitos colaterais em pacientes com câncer, e a Somatropina, indicada para tratar deficiência do crescimento.

Fonte: Agência EBC

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